Hoje falamos sobre tragédia, a história começa com a vida normal e termina com um infortunio , está em estase até que ocorre a intrusao. O herói nunca é uma pessoa extremamente boa e nem extremamente ruim.O heroi precisa necessariamente ir contra um acontecimento, contra as regras estabelecidas, não é qualquer pessoa, ele tem que representar algo.
Aristoteles foi um filosofo que deixou um registro escrito cujo nome é A Poética, onde ele define o que é a tragédia, quais sao seus elementos etc.., inclusive é um texto que durou séculos e o próximo livro só veio aparecer no século 18. Dizem que ele escreveu 2 livros o outro livro foi queimado pela igreja e se referia a comédia.
Para os gregos o destino está traçado não adianta intervir contra.
As unidades clássicas da tragédia são:
- tempo verosímil (-verosimilhança- algo que é possível de acontecer um dia ) a duração do acontecimento tem que ser do nascer até o por do Sol.
- ação algo acontece há uma evolução um clímax (3 ato) e depois vem o desenlace até a catástrofe ou a trágedia e ai fim, os acontecimentos são sucessivos.
- unidade de lugar - é imprescindível que o lugar da ação, ocorra num único ponto, geralmente em frente ao palácio.
Mito não é uma lenda, não é uma fábula, mito é uma verdade, é uma coisa que aconteceu num tempo longínquo, incapaz de acessar e apartir disso vem a história, vem a poesia disso, é carregado de sentido e é capaz de explicar a criação do homem.
Catarse é um elemento da tragédia e ela necessariamente envolve todos é um dado coletivo um fenômeno que envolve todos. Nos dias de hoje por exemplo a comoção das pessoas no estádio de futebol.
Mimese é representação.
As pessoas ficavam 6 dias no Teatro assistiam até o por do Sol.
Temos 3 grandes Autores Trágicos:
Ésquilo, Sóflocles, Eurípedes
OBSERVAÇÃO PESSOAL
O Teatro desde o inicio já vinha pra despertar a consciência nas pessoas, desde o inicio já apresentava um papel importante na sociedade, tamanha é a sua força na sociedade que a igreja provavelmente destruiu um grande livro, ainda bem que não destruiu o outro livro de Aristoteles.



